Apr 7

Eu e Celo

Sexta, 04 de abril, foi o aniversário de 32 anos do Celo. Meu Grandão teve um aniversário bem feliz. Ganhou churrasqueira dos sogros, playstation e jogos da esposa, whisky e mostarda “de derreter o cérebro” da cunhada. Tudo que ele gosta :).

No domingo fizemos um churrasquinho para estreiar um dos presentes. Pena que não deu para meus pais virem para participar da estréia. Fica para uma próxima vez. E o Celo vai treinando no churrasco até lá :).

Apr 7

Fui ao Rio e não peguei dengue. Pra ser sincera, nem vi mosquito (bom, devem ter vários por lá, mas eu não vi nenhum :-p)

Mar 19

Já falei da aventura do Figo Caçador de Galinhas. Agora está na hora de começar a contar as aventuras dos meus gatos. Sim, por que além do Dálmata bagunçeiro e caçador, eu tenho 3 gatos: 1 siamês macho e 2 fêmeas SRD (termo simpático para vira-latas :)). E os 3 dão muita história para contar. Mas resolvi começar por uma história mais recente da minha “caçulinha” - a Sol.

Fotos 2005

Sol - A Gatinha que gosta de brincar de cachorro.

Tecnicamente nosso animal de estimação mais novo é o Figo, mas a Sol continua sendo minha caçulinha. Isso por que minha história com ela é especial. Eu a peguei no meio da rua. Literalmente, no meio da rua. Ela estava deitadinha no meu da Rodovia do Sol, bem doentinha. Tinha sido colocada lá por um bando malvado que queria ver ela atropelada. Mas eles não contavam que o próximo carro a passar seria o meu. Mas isso é uma outra história. A história de hoje é sobre um hábito peculiar da Sol: Ela gosta de brincar de buscar coisas, como um cachorro.

Ela pega alguma coisa que acha na casa, traz pra mim aqui no escritória, joga no chão do meu lado, olha pra cima e faz “miau!”. É o sinal para eu jogar “a coisa” pra ela. Eu jogo, ela corre atrás, joga “a coisa” pra lá e pra cá um pouquinho, daí traz de volta pra mim, joga no chão do meu lado, olha pra cima e faz “miau!” e tudo começa novamente. Eu nunca ensinei isso à ela. Um determinado dia ela decidiu que isso seria divertido e começou. Hoje ela é melhor na brincandeira de “buscar” do que o Figo, que gosta de buscar mas não gosta de entregar (o que dificulta a continuidade da brincadeira :)).

Mas por que “a coisa”? Os objetos que ela pega, não são os brinquedinhos dela. São coisas pequenas que ela acha pela casa tipo anéis, tampinhas de caneta… Mas o lugar preferido dela de pegar coisas é na cozinha. Ela sobe no balcão e cata qualquer coisa pequena (as vezes nem tão pequenas) que esteja por lá: tabletes de caldo de carne, balas, bombons. Inibir este hábito é difícil, já que eu não consigo ficar atrás dela o dia inteiro. Então o jeito foi montar uma “cestinha da sol”. É uma cestinha com balas que eu não gosto, às vezes bolinhas de papel, que ficam lá para ela pegar mesmo. Assim pelo menos ela parou de pegar coisas que não devia.

Mas mesmo assim, de vez em quando ela apronta umas. Na última semana, eu estava desde quarta-feira louca de vontade de comer chocolate. Mas estava me segurando, afinal de contas se para um alcólatra basta o primeiro drink para retomar os maus hábitos, para uma chocólatra como eu, basta a primeira mordida. Consegui ficar quarta, quinta e a maior parte da sexta sem sucumbir à minha vontade.

Dizem por aí, que os animais conseguem sentir o que estamos sentindo. Se isso é verdade, não sei. Mas o fato é que no final da tarde de sexta, a Sol foi sorrateiramente até a cozinha. Lá, conseguiu pegar uma barrinha de chocolate ao leite de 25g, trazer ao escritório e jogar nos meus pés. Pode parecer sacanagem, mas eu juro que é verdade. Eu estava aqui, louca de vontade de ir lá comer a barrinha e a danada vem e joga a barrinha aos meus pés.

Depois disso ainda consegui resistir à barrinha de chocolate ao leite. Mas peguei o telefone, liguei pro Celo que estava vindo pra casa e pedi pra ele me trazer uma barrinha de Cacau 70% da Kopenhagen. Se é pra comer chocolate, pelo menos vou comer um que faz bem ao coração :).

E a Sol continua com sua brincadeira. Normalmente ela faz isso no mesmo horário, por volta de umas 5hs da tarde. De manhã ela prefere caçar presas de verdade. E traz como presente pra mim… Mas isso fica pra uma outra história.

Mar 10
Vocês lembram de um vídeo que eu postei há um tempo atrás dizendo que era igualzinho ao Spot de manhã? :) Pois bem, o autor do vídeo fez um novo, chamado “Let me in”, que mostra o que acontece quando seu gato quer entrar e a porta está fechada.

Desta vez não é igualzinho ao Spot por que o Spot consegue abrir portas assim. E por que o Spot faz mais o tipo “Let me out” do que “Let me in” :). Mas a animação é divertida mesmo assim. E fiquei sabendo pelo Smelly Cat que o autor montou um canal no You Tube, sinal de que vem mais animações do gato figura por aí :)
Feb 28

http://br.noticias.yahoo.com/s/10122007/36/saude-qualidade-vida-habito.html

Bom, então é bom começar logo né? :)

Feb 28

“Era uma vez uma boca que se apaixonou por uma orelha. E assim nasceu o arrepio”

Taí um texto muito bonitinho e criativo que gerou uma cena legal com uma direção de arte bonita. Pena que tudo isso foi desperdiçado num comercial de pasta de dente.

Feb 26

E o dia do Figo ontem foi agitado mesmo. Carrapato de manhã, galinha de tarde e de noite, um sapo! Choveu aqui em Vila Velha, e quando chove os sapos ficam animados. Um veio parar aqui na varanda. O Figo queria pegar o bicho mas o sapo era mais esperto que a galinha. Se fingiu de morto o que me deu tempo para segurar o Figo enquanto o Celo pegava o bicho. Quando o Celo chegou perto do sapo ele saiu pulando pra fora de casa.

Recapitulando então: entre mortos e feridos, salvaram o cachorro e o sapo. O carrapato e, infelizmente, a galinha não.

E a vizinha voltou hoje pra casa. Por que só hoje? Me enganei, não era a vizinha, só a empregada que veio dar uma geral na casa.

Update: Desta vez é verdade, a vizinha voltou. Me deu bom dia e tudo :-p.

Feb 25

E o dia do Figo hoje está agitado mesmo. Hoje de manhã, durante o passeio, ele pegou um carrapato enorme e gordo. O bicho era tão grande que dava medo. E deixou uma bela ferida nas costas do Figo. Deu até pena do cachorro na hora de arrancar o parasita, a ferida sangrou bem. Mas, entre mortos e feridos salvaram-se cachorro e galinha. O carrapato não.

Feb 25

Faz algum tempo eu quero escrever aqui minhas histórias com meus animais de estimação: 1 dálmata, 3 gatos sendo 1 siamês macho e duas fêmeas SRD (que é a definição bonitinha para vira-lata). Tenho várias histórias do Spot, da Sol, do Figo e até algumas da Xabi, que é a mais tímida de todos os quatro. Mas eu sempre acabava adiando escrever sobre isso, por falta de tempo ou inspiração ou os dois. Mas depois dos acontecimentos de hoje na hora do almoço, resolvi finalmente começar. Então para a primeira história da série “Das aventuras de ter animais de estimação” eu apresento:

Figo no Portão

Figo - o exímio caçador de galinhas

Eu decididamente não gosto de galinha. Não estou falando da carne, mas do bicho mesmo. São esquisitas, barulhentas, sujas e meio burras. Ou totalmente burras. Posso até estar errada, mas uma galinha em especial eu posso provar que é burra: a galinha que resolveu chocar do lado do meu portão.

O Figo, meu dálmata, é um caçador. Como provavelmente a maioria dos cachorros. Mas ele tem uma fascinação especial por galinhas. Sempre que tem uma oportunidade, lá está ele correndo atrás das galinhas do vizinho (e propriétário da nossa casa). E eu correndo atrás. Sim, só por que eu não gosto de galinhas mas não vou deixar o meu cachorro - que tem comida de sobra em casa - torturar as bichinhas até a morte.

E é por isso que eu digo que posso provar que esta galinha em especial é muito burra. Ela ficava chocando aqui do lado e o Figo babando no portão. Era só uma questão de tempo para que um dia, quando alguém abrisse o portão, ele desse um jeito de fugir e ir atrás da galinha burra.

E foi isso que aconteceu hoje. Normalmente o Figo obedece quando digo pra ele ficar e não sair correndo enquanto estou entrando em casa. Mas hoje, com a tentação da galinha ali do lado, foi demais para ele. Os instintos caçadores falaram mais alto. E lá foi o cachorro, correndo pelo portão rua afora. E quando o cachorro sai correndo pelo portão, é quase impossível de pegá-lo. O bicho é rápido e parece feito de sabão. E ele já sabia exatamente onde estava a galinha burra e foi direto pra lá. Pronto, começou a bagunça.

O Figo corria, a galinha voava, eu gritava “Figo!”, “Figo!” e nada. O Figo é adestrado e até obediente. Mas eu não consegui adestrá-lo tão bem a ponto dele conseguir ignorar seus instintos básicos, parar de perseguir a galinha e voltar bonitinho com ares de “sim, mamãe”. E no meio dessa bagunça, a galinha saiu voando pelo valão e para dentro do quintal da vizinha da frente. E o Figo foi atrás é claro. E então que começou meu problema de verdade.

A vizinha da frente sumiu, mudou, eu sei lá. Desde que a amante do marido dela apareceu por aqui fazendo escândalo, não vejo mais ela (sim, eu moro na versão tupiniquim-capixaba de Melrose Place). E o marido deve ter ido morar com a amante por que a casa está vazia e tudo está trancado.

Neste momento, acho interessante resumir minha situação: são 13hs de uma segunda-feira, eu não dormi bem, estou voltando o meu almoço e meu cachorro foge para perseguir uma galinha que pertence ao proprietário da casa que eu alugo. Na perseguição a galinha e o cachorro vão parar no quintal da vizinha traída, que foi embora e deixou toda a casa trancada. Eu não tenho como entrar.

O Figo já estava lá todo feliz e concentrado roendo as pernas da pobre galinha que, coitada, continuava viva. Eu estou parecendo um leão enjaulado andando de um lado pro outro no portão da vizinha sem saber o que fazer. E a Sol e o Spot estão assistindo do meu portão querendo entender por que eu não deixo aquele cachorro chato na vizinha de uma vez.

O acesso para o quintal da vizinha era pelo valão. Ou pulando o muro. Eu até coloquei minhas botas de tracking impermeáveis para tentar ir pelo valão, mas foi quando eu descobri que amor por bicho tem limite. E o limite é me enfiar num valão nojento cheirando a esgoto. A opção foi pular o muro então. Até aí fácil. Difícil foi dar um jeito de tirar o Figo de lá.

Obviamente os únicos acessos de saída também eram o valão e pulando o muro. O valão já estava descartado. E pular o muro segurando um Figo revoltado querendo comer uma galinha não parecia muito sensato. Num momento de insanidade pensei em jogar ele por cima do muro e depois levá-lo ao veterinário para engessar as quatro patas. Sorte do Figo que logo depois me ocorreu uma idéia muito melhor…

Pular o muro com o Figo era impossível, mas com a galinha, nem tanto. E se eu levasse a galinha pra fora, ele viria atrás. Então lá fui eu, com um pano (você não acha que eu ia pegar essa galinha nojenta e agora moribunda com minhas mãozinhas macias né?), embrulhei a galinha e voltei para pular o muro. O Figo ficou doido. Procurava a galinha em tudo que é canto. Até que finalmente ele viu a galinha do lado de fora comigo e saiu do quintal da vizinha (que se um dia voltar pra casa não vai entender aquelas penas espalhadas na grama dela).

Com mais alguns truques, consegui salvar a galinha e colocar o Figo para dentro de casa. E agora era hora de devolver a galinha, toda machucada, para o dono, o Seu Antônio. Com muito tato, eu expliquei que a galinha dele tem ficado do lado do meu portão e que meu cachorro, apesar de todos os meus cuidados, conseguiu escapar e abocanhar a bicha. Bom, pelo menos ele concordou comigo que aquela era uma galinha muito burra de ficar chocando ali do lado do meu portão. Seu Antônio levou a bicha para dentro e parece que a galinha burra vai sobreviver para contar (ou cacarejar) sua experiência de quase-morte.

Feb 23

Me parece que as pessoas estão perdendo a sensibilidade. Ou talvez eu esteja ficando mais exigente com as pessoas, não sei. Mas não consigo entender como alguém entra no cinema para ver um filme como “Juno” e fica batendo papo. Não estão se envolvendo com a história? Não estão ouvindo os personagens? Já nem falo mais da falta de educação - que parece que é algo cada vez mais comum - mas da falta de sensibilidade de sentir o clima do cinema e se deixar envolver pelo universo do filme. Parece que as pessoas nem sabem o que estão indo assistir. Escolhem um filme qualquer e esperam sempre encontrar um blockbuster, um filme qualquer que vai servir só para ocupar a sexta à noite. Quando encontram alguma coisa diferente nem se preocupam em entender o que está acontecendo. Só tratam de preencher o tempo de outro jeito (falando…).

O mesmo aconteceu com Sweeney Todd. O mesmo aconteceu com Cloverfield. Acho que muitas pessoas que estavam ali no cinema com a gente nem sabiam o que estavam assistindo. Cinema pra mim é experiência. É escolher o filme que você quer ver, comprar a pipoca, sentar no escurinho e entrar no clima. E esperar pra ver que surpresas a tela grande vai trazer. Às vezes são boas surpresas, às vezes ruins. Mas a experiência do cinema é sempre boa. Ou costumava ser antes desses dias em que as pessoas entram no cinema só para ocupar o tempo. E olha que o ingresso anda caro hein? Por que as pessoas gastam tanto dinheiro pra nem dar atenção ao filme é algo que eu nunca vou entender.

Ou vai ver sou eu que sou chata. Mas pelo menos eu fique envolvida e sensibilizada com “Juno” (pelo menos o quanto pude no meio do zumzumzum do bate-papo). E ponto.

Feb 21

Fases do Eclipse total da Lua

Ontem foi dia de eclipse total da lua e eu, como “fã” de eventos astronômicos, não podia perder. O último eclipse lunar que assisti, foi no Rio, no Arpoador. Carioca é animado pra essas coisas e o eclipse até ganhou uma salva de palmas. E nem era um eclipse total! Para não deixar por menos, o Celo resolveu organizar um Lual do Eclipse aqui.

Lual do Eclipse!!

O Lual foi ótimo, pq apareceu uma galera com violão, com que o Celo ficou conversando e curtindo, o que me deixou livre para fazer o que eu gosto nesses eventos: apreciar e tirar fotos! Com muito esfoço e paciência e pouco equipamento, consegui essas imagens das fases do eclipse aí em cima. Dá pro gasto :). Outra fotos - do eclipse, do lual e das minhas brincadeiras com tripé, iso e velocidade da máquina, aqui.

Multi-mulher

O engraçado foi, chegar em casa e descobrir que do nosso quintal dava pra ver melhor o eclipse que na praia! :-p Isso pq aqui é mais escuro e a praia tava bem iluminada o que prejudica um pouco a observação. Mas de qq forma, valeu!

A lua saindo do eclipse, vista aqui de casa

Ps.: Comentários nas minhas fotos por favor! Gosto de comentários! :-p

Feb 18

E de repente Vila Velha começa a se engraçar e ganhar ares de cidade de verdade… Sábado, voltando do supermercado estava rolando “mô” movimento na Praia. Isso por que tinha “Cinema Vivo na Praia” e Show na praia - “Luau da Contagem da Kibon”. Impressionante! Dois eventos na praia no mesmo dia! Normalmente lá pelas 9hs já não tem quase ninguém na praia… O povo aqui é paradão. Mas sábado foi uma noite muito legal!

Eu, Celo e um amigo fomos ao tal “Luau da Contagem” da Kibon. “Da contagem” pq era a contagem para acabar o horário de verão e aproveitar a noite mais longa do ano. O motivo achei besta… Mas o que importa, não? Importante é que teve Show com o Bloco Bleque - banda aspirante a “Funk como le gusta” e “Orquestra Imperial” daqui. Qualidade do som não foi 100% mas valeu. Algumas versões de músicas pop com samba ficaram ótimas, como “Flores” dos Titãs.

O Show contou com as participações do Claudio Zoli e Gabriel o Pensador. O Claudio Zoli foi meio xoxo.. Divertido, mas não levantou a galera. Mas já quando o Pensador entrou no palco… Ele cativou todo mundo, fez rima de improviso, brincou com a platéia. Ganhou a noite.

No final das contas, finalmente fiquei feliz que aconteceu alguma coisa de diferente e animada nessa cidade. Só o público que precisa se animar mais mesmo… Eu fico doida com o povo daqui que não dança, não pula nos Shows. Esse foi até mais animado, mas só algumas partes… No geral foi um monte de gente parada e eu e mais uns doidos sambando, pulando e gritando. Bom, mas já é um começo :).

Feb 18

Figo Feliz
Figo e sua cara de feliz!

Novas fotos dos membros quadrúpedes da Família Lima Sved nas minhas fotos no flickr :) Comentários sobre como são lindos e bem tratados os nossos bichinhos são bem vindos :-p

Feb 11

Fruttare de manga

Comendo meu Fruttare de manga hoje, me dei conta da frase que vem impressa no verso da embalagem:

“Você sabia que Kibon Fruttare tem frutas 100% naturais?”

Ufa! Que alívio! Seria péssimo comer um picolé com frutas 70% naturais e 30% de plástico. Obrigada Kibon :-p

(Ah esses publicitários….)

Feb 11

Sweeney Tod

Eu gosto do Tim Burton. Ao contrário de muita gente, acho que a versão dele de “A Fábrica de Chocolate” é melhor que a primeira. Gosto de “O estranho mundo de Jack”, “A noiva cadáver” e “Edward mãos-de-tesoura”. Já tó até ouvindo alguém dizer “Ai, esse cara é muito EMO”. Mas começo a achar que mais chatos que os EMOs é esse pessoal que deu pra rotular tudo de EMO. Bom, mas estou me desviando do assunto. Na sexta-feira fui assistir Sweeney Tod - O barbeiro demoníaco de Fleet Street. A idéia toda é meio estranha e só podia vir do Tim Burton mesmo: uma história de um serial killer em formato de musical. Mas hein?! Pois é, esquisito, muito doido e muito bom! Tim Burton e Jonnhy Deep, com auxílio de um ótimo elenco coadjuvante, fazem essa formula doida funcionar muito bem. E pode ser que haja quem diga que há sangue demais no filme. Pois eu acho que até nisso Tim Burton é genial, o sangue dele parece tinta mesmo. Assim como todo o cenário do filme parece um cenário dos filmes de stop motion que ele costuma fazer. E até os atores meio que se parecem com personagem stop motion. Tudo isso cria um ambiente marca registrada de Tim Burton.

E Jonnhy Deep está genial pra variar. A única coisa que deixou uma certa estranheza (para mim e para o Celo pelo menos) é que os personagens desse filme são maus mesmo. Maus feito pica-paus. Pode ser pura falta de costume nossa (minha e do Celo) mas já estavamos acostumados ao personagens esquisitões mas adoráveis do Tim Burton. O personagens de Sweeney Tod são esquisitões, humanos e perversos. O Celo ficou mais impressionado com isso. Eu achei que fazia parte da forma de contar a história. Sweeney Tod é uma história macabra, negra - mas com uma mensagem simples no final: “nenhuma maldade sai impune”. No final, o ódio e o amor cegos dos personagens são seu pior castigo.

Resumindo, eu gostei e recomendo. Mas vá ao cinema de cabeça aberta. Na nossa seção, só eu e Celo rimos das excelentes piadas macabras que surgem no meio do filme. Como a cena em que os personagens percebem que podem usar suas vítimas para rechear suas tortas. Só eu e o Celo rindo no cinema. Acho que o povo que nos acompanhou não sabia o que foi assisitir. E não gostou. Pior pra eles, só sairam perdendo :-p.

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